A Música de Câmara é considerada a música erudita executada por um pequeno grupo de instrumentistas ou cantores que possa ser executada em pequenos espaços, geralmente com uma atmosfera mais íntima.

A origem do nome vem da relação com a palavra “câmara” como sinônimo de quarto, sala ou pequeno local nos palácios, onde, antigamente, pequenos grupos de músicos tocavam para seus soberanos.

A história da música de Câmara remonta, portanto, períodos imemoriais, que influenciaram e originaram diversos movimentos musicais que sobrevivem ao tempo, como os sarais, os madrigais, o choro e as serenatas. Quer saber um pouco mais sobre o assunto? Então confira!

A base da música

Considerado um dos gêneros mais importantes da música, esse estilo possui um amplo repertório e serve de base de construção arquitetônica de toda a música, ou seja, a musicalidade de uma grande sinfonia é, simplesmente, a ampliação sonora de uma formação em formato de Câmara, que direcionam as disposições da orquestra de maneira mais simplificada.

Diversos artistas compõem suas obras a partir de uma conjuntura simples de instrumentos e à medida que vão desenvolvendo sua arte, aplicam maior complexidade e elaboração à composição.

A música de Câmara pode contar desde duetos a octetos, havendo ainda variações de músicos e instrumentos, de acordo com o estilo musical a ser executado.

História e atualidade

A música de Câmara surgiu no século XVI e servia como entretenimento para reis e nobres nos castelos europeus no período medieval, em festas, eventos ou jantares importantes.

Já no século XVIII, a formação do quarteto de cordas se consolidou como a mais conhecida do gênero, composta por dois violinos, uma viola e um violoncelo, tornando-se quase que uma unanimidade nas execuções e composições.

Nos dias de hoje, as apresentações da musica de Câmara ocupam espaços maiores do que os apertados cantos dos palácios da antiguidade e a sua importância para a música já são devidamente reconhecidas por músicos e pelo público que aplaude de pé grandes obras do passado e do presente também.

Quarteto de cordas

O gênero musical mais executado pela música de câmara é o quarteto de cordas, devido à clareza das apresentações e o equilíbrio da sonoridade proporcionada por essa formação. A grande maioria dos autores clássicos românticos, pós-românticos e modernos, utilizaram do quarteto de cordas para compor suas maiores obras, tornando o gênero um rival da produção sinfônica clássica, em relação à popularidade.

Música de Câmara no Festival Música em Trancoso

No dia 09 de março de 2016, quarta-feira, às 18h30, no teatro L’Occitane, ocorrerá a apresentação do Septeto Celibidache da Filarmônica de Munique. O Septeto é composto pelos músicos Lorenz Nasturica Herschcowici (violino e direção), Clement Courtain (viola), Michael Hell (violoncelo), Emilio Yepes Martinez (contrabaixo), Jörg Bruckner (trompa) Sebastian Stevensson (fagote) e Matthias Ambrosius(clarinete).

Como convidados teremos os músicos Rüdiger Liebermann (violino),
Walter Seyfarth (clarinete), Benoit Fromanger (flauta), Carl Martin Buttgereit (piano) e alunos escolhidos nas masterclasses reailzxadas durante o festival Música em Trancoso 2015.

O grupo executará músicas de Câmara pertencentes desde o período clássico, passando ainda por composições modernas, que levarão o público a um breve passeio pela história da música e da cultura como um todo.

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