Carlos Eduardo Moreno

Maestro

Carlos Moreno, regente titular da Orquestra Acadêmica Mozarteum Brasileiro e regente principal convidado da Orquestra Sinfônica de Goiânia.

É um dos mais requisitados maestros de sua geração, atuando no Brasil, Europa, Estados Unidos e Ásia, atualmente apoiado em suas iniciativas pelo Mozarteum Brasileiro.

Foi regente titular das Orquestras Sinfônicas: OSUSP – 2002 à 2008 e Orquestra Sinfônica de Santo André de 2009 à 2013, e de 2014 a 2016, maestro da OER-Orquestra Experimental de Repertório, uma das mais importantes orquestras de formação da América Latina, pertencente a Fundação do Theatro Municipal de São Paulo. No Brasil, atuou frente às principais orquestras profissionais, onde podemos destacar, OSESP, OSB, OSM (Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo), Sinfônica Petrobrás Pró-Música, Filarmônica de Minas Gerais, Filarmônica de Goiás, OSBA (Sinfônica da Bahia), Sinfônica do Teatro Cláudio Santoro (Brasília), OSPA (Sinfônica de Porto Alegre), Festival de Ópera de Belém do Pará, Sinfônica do Teatro da Paz-Manaus, Sinfônica de Campinas, Sinfônica do Paraná, Sinfônica da UCS (Caxias do Sul), ORTHESP (Theatro São Pedro).

Dono de sólida formação de base europeia, iniciou seus estudos musicais em canto, piano e violino, aos seis anos de idade, por influência de sua mãe que era pianista e mezzo soprano.

Em 1978, ingressou na Escola Cantorum do Brasil para crianças, em sua cidade natal, o Instituto dos Meninos Cantores de Petrópolis, de tradição alemã. Teve como mestres os padres franciscanos Frei Leto Bienias -Alemanha, e Frei José Luiz Prim. Obteve a rara oportunidade de conhecer profundamente a grande obra polifônica de Palestrina, Hassler, Bruckner e Bach, além do Canto Gregoriano. Atuou como solista, menino cantor soprano, em importantes obras como LaudateDominum de Mozart, Missa em sol maior de Schubert, interpretando um diversificado repertório.

Anterior a este período, estudou violino com Ermano Trucci e posteriormente violino e música de câmara com o Prof. Nayran Pessanha. Desde muito cedo seu espírito nato de liderança e talento o levaram a atuar como spalla da orquestra jovem Camerata Abrarte, dirigida pelo maestro Gilberto Bitencourt.

Participou em sua juventude atuando como professor de violino e regente, da criação de um forte movimento de orquestras infanto-juvenis em sua cidade, Rio de Janeiro, Volta Redonda e Juiz de Fora.

Em 1991, recebeu uma bolsa do Instituto dos Meninos Cantores de Petrópolis para realizar um estágio junto aos mais renomados MusikInternat da Áustria e da Alemanha: Sant FlorianSängerKnaben, Meninos Cantores dos Bosques de Viena, RegensburgnDomSpatzen, KölnDomSpatzen. Concluiu o Bacharelado em violino com o professor Paulo Bosísio na Uni-Rio onde atuou como spalla da orquestra universitária dirigida pelo compositor Ernani Aguiar.

Em 1997, participou do International Workshop for Conductors – Ukraine onde teve aulas com o Maestro Gustav Mayer. Entre 1998 e 2002, foi aluno do renomado professor e maestro Kirk Trevor em Zlin e Kromeriz na República Tcheca. Os renomados maestros David Zinman, seu motivador na execução de ciclos sinfônicos completos e o maior especialista nas sinfonias de A. Bruckner, o maestro Bernard Haitink, foram também mestres em sua formação na Suíça.

Em 1999, recebeu a ‘Bolsa Virtuose” do MinC para aperfeiçoamento em regência, tendo concluído o Aufbaustudium na Musikhochschule de Zurique , Suíça, em 2000, sob a orientação do Maestro JohannesSchlaefli. Em sua tese, apresentou a composição “Divertimento para Madeiras e Percussão” (obra que foi estreada em 2016 no Brasil).

Sua carreira posteriormente como violinista foi promissora, atuando na OSN-UFF por dez anos, neste período tendo recebido da Maestrina Lígia Amadio a oportunidade de reger obras do repertório internacional bem como estréias de obras de sua autoria.
Como compositor, sua primeira atuação frente a uma orquestra foi aos 15 anos dirigindo uma composição própria para cordas. Estudou contraponto com o compositor David Korenchendler e num primeiro momento regência, orquestração e análise com o Maestro Roberto Duarte. Compôs obras para instrumentos de metais e percussão, piano e canto, cordas, obras corais e uma abertura sinfônica bastante popular, a Abertura Vittòria.

Foi o vencedor do 5º. Concurso Latino-Americano para Regentes promovido pela OSUSP em 1998.

Em 2002, assumiu a direção da Orquestra Sinfônica da USP, tornando-a uma das melhores orquestras do Brasil. Realizando ciclos sinfônicos completos, trouxe para esse conjunto uma sonoridade própria de alto nível técnico e interpretativo, registrada em diversas gravações ao vivo realizadas na Sala São Paulo.

Foi laureado com o “Prêmio Carlos Gomes – Revelação 2003. No ano de 2006, a OSUSP, que esteve sob sua direção de 2002 a 2008, venceu o XI Prêmio Carlos Gomes, na categoria“Melhor Orquestra Sinfônica”.

Em 2006, foi o primeiro brasileiro a atuar como professor de regência no International Workshop for Conductors na República Tcheca, participando também em 2007 e 2008 como professor convidado. Em julho deste mesmo ano esteve no Japão representando o Brasil junto ao aclamado RoppongiChoir, em Comemoração ao Centenário da Imigração Japonesa.

Em 2008 no Auditório Ibirapuera realizou pela primeira vez no mundo a integral das 9 Bachianas Brasileiras de Heitor Villa-Lobos em um mesmo concerto com a Orquestra Sinfônica da Universidade de São Paulo.No mesmo ano, regeu e dirigiu musicalmente em 2008 a importante gravação junto ao selo ALGOL da obra – Das Lied von der Erde,Mahler/Schöenberg-Riehn. Está entre as melhores gravações existentes, sendo a primeira realizada no país.

A ópera tem se apresentado como um caminho natural em sua carreira. Os resultados alcançados nos primeiros passos junto a Ópera, com a execução de Madama Butterfly, Tosca de G. Puccini, Pedro Malazarte de Guarnieri e Rigolleto de Verdi, chamaram a atenção para este maestro que tendo suas ações voltadas a uma liderança atual e humana, afirma assim sua carreira.

Carlos Moreno é um raro maestro desta geração por ter regido e dominar os mais importantes ciclos sinfônicos, como os Choros de Camargo Guarnieri, as nove sinfonias de Beethoven, as seis sinfonias de Tchaikovsky, além das sinfonias e concertos de Brahms, as 9 Bachianas de Villa-Lobos, as 4 Sinfonias de Schumann, Poemas Sinfônicos de Korsakov e recentemente as Sinfonias de Anton Bruckner. Em 2012 gravou a sinfonia de número 8 do compositor Anton Bruckner em primeiro registro desta obra na América do Sul com a Orquestra Sinfônica de Santo André em parceria com a OSESP.

Certamente muito colabora para o cenário da música brasileira e internacional, hoje cumpre a importante missão de ser um maestro formador de jovens talentos. Desenvolver, estimular, cativar novas plateias em concertos didáticos de grande encantamento faz parte de sua visão como artista brasileiro. Prestando assessoria a projetos Músico/Educacionais a exemplo do Projeto Música nas Escolas da Secretaria da Educação de Santo André, participa há vários anos de projetos que transformam a realidade de crianças e jovens cativados pela música e a educação das potencialidades humanas.

Em janeiro de 2016 lançou seu primeiro livro – “Do Arteiro ao Artista” – editora CD.G, nas Livrarias Cultura de São Paulo e Rio de Janeiro. Trata-se de uma abordagem pedagógica que dá ao professor de classe uma importante ferramenta para o desenvolvimento neorológico da criança. É um livro/método de ensino musical em massa, viável e dedicado à nossa sociedade.

Neste mesmo ano, cria junto ao Mozarteum Brasileiro, dirigido por Carlo e Sabine Lovatelli, a Orquestra Academica Mozarteum Brasileiro. Uma fusão de toda a sua experiência, realizando no palco uma sinergia entre jovens e grandes profissionais internacionalmente reconhecidos.

Através da iniciativa do MOZARTEUM BRASILEIRO, o maestro Moreno iniciou em Trancoso- com o Núcleo NEOJIBÁ e INSTITUTO TRANCOSO- em julho de 2017 o I° Workshop de Inverno – Práticas Musicais e Pedagógicas – direcionado ao desenvolvimento dos talentos musicais desta cidade, realizando assim todo um trabalho de envolvimento com a comunidade deste importante centro cultural brasileiro reconhecido internacionalmente


Críticas

Destaques em Jornais e Revistas no Brasil e exterior

Concerto de Gala da Abertura da Temporada do Mozarteum Brasileiro 2017 – Sala São Paulo – Orquestra Acadêmica Mozarteum Brasileiro …Comecemos pela recém-formada Orquestra Acadêmica Mozarteum Brasileiro, regida por Carlos Moreno e recheada de jovens músicos obteve sonoridade compatível ao evento. Acompanhou os solistas com precisão sem se perder nas intrincadas partituras do programa. Moreno consegue musicalidade em interpretações tradicionais sem correr riscos. A reunião de jovens talentos musicais com alguns veteranos deu liga. “DIANA DAMRAU PROVA QUE É UM DOS MELHORES SOPRANOS DA ATUALIDADE. (CRÍTICA DE ALI HASSAN AYACHE NO BLOG DE ÓPERA & BALLET.)
maio 02, 2017

…Uma grata surpresa foi o desempenho da Orquestra Acadêmica Mozarteum Brasileiro, conduzida com elegância por Carlos Moreno. (“Revista Concerto – Diana Damrau, uma artista de mais de 50 tons (2/5/2017) Por Irineu Franco Perpetuo”.)

…Que noite mágica! Muito obrigado Mozarteum Brasileiro por este concerto incrível! Diana Damrau & Nicolas Testé sob a brilhante regência do maestro Carlos Moreno com a Orquestra Acadêmica Mozarteum Brasileiro. Alma plena! Bravi tutti!
(Saulo Javan Iervolino – Rede Social – em Sala São Paulo.)

março 18, 2017
Concerto de Estréia da Orquestra Acadêmica Mozarteum Brasileiro – Noite Russa – Somados, o humor do Barítono Alexander Kasyanov do Teatro Bolchoi, e a presença de palco divertida do maestro Carlos Moreno formaram uma combinação adequada para conduzir os jovens músicos.
…Depois de apresentações consagradoras no Festival Musica em Trancoso, no mes passado, a recem criada Orquestra Academica Mozarteum Brasileiro se apresentará na Sala São Paulo, nos dois primeiros dias de Maio.
( por Thales de Menezes – Folha Ilustrada – 04/04/2017)

Ópera “A ceia dos cardeais” … A Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz esteve bem, sob a cuidadosa direção deCarlos Moreno, atualmente maestro e diretor artístico da Orquestra Experimental de Repertório (OER) da Fundação Theatro Municipal de São Paulo.
A música de Iberê de Lemos é muito bonita e faz bem aos ouvidos. Para ilustrar, trago a opinião do maestro Luiz Aguiar, quando da encenação de Belo Horizonte, em 1963:” … música espontânea, bem trabalhada, consciente, funcional, que emana da orquestra e dos cantores, em jorros que resultam em perfeita fusão com o texto em português.”
(Antônio Rodrigues- 20 de agosto de 2015- Site movimento.com)

Comemoração de 10 anos de carreira em São Paulo…Quando chegou a São Paulo e assumiu a OSUSP, em 2002, Moreno realizou um trabalho de transformação da orquestra, que a reposicionou no cenário da música sinfônica nacional. Com esta mesma disposição , o maestro dirige, há quatro anos, a Sinfônica de Santo André, com a qual leva a cabo um importante trabalho de reestruturação…
(Revista Concerto – setembro de 2012)
Pedro e o Lobo de Prokoviev …Há, por fim, o grande trabalho do maestro Moreno e dos instrumentistas que representam os personagens.
(João Batista Natali- Folha de São Paulo-Ilustrada- 19/03/2012)

Theatro Municipal de São Paulo Andradianas…A Suíte Vila Rica de Camargo Guarnieri foi executada pela Orquestra Sinfônica Municipal sob a batuta de Carlos Moreno, o Balé da Cidade de São Paulo foi o responsável pela dança. A condução foi primorosa, uma bela sonoridade …com realce nascores e nas nuances da música de Guarnieri. Ali Hassan Ayache
(movimento.com – 18/02/2012)

…Óperas no Municipal resgatam legado de 22″Magdalena”e “Pedro Malazarte” ganham montagens para celebrar os 90 anos da Semana de Arte Moderna …Dentro da sala, a noite foi da “Suíte Vila Rica” (1958), de Camargo Guarnieri (1907-1993)…
Coreografada por Lara Pinheiro, a “Suíte” foi dirigida por Carlos Moreno, que acentuou suas sutilezas. Sidney Molina
(Folha de São Paulo-Ilustrada-18/02/2012)

Theatro Municipal de Belém do Pará – G. Puccini Tosca…Musicalmente, a “Tosca” surpreendeu pelo desempenho, um dos melhores de sua história, da Sinfônica do Theatro da Paz, …o maestro Carlos Moreno, diretor da Sinfônica de Santo André, soube tirar coloridos ricos e expressivos…
João Luiz Sampaio-(“caderno 2 O Estadão” – 10/11/2011)

…A Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz revelou-se uma grata surpresa, em especial para mim, que até então não a conhecia. … Méritos também para o maestro Carlos Moreno, que conduziu a ópera com sensibilidade e senso dramático.
Leonardo Marques (“movimento.com” – 10/11/2011)
… com a novidade chamada Moreno, o grupo soou homogêneo e profissional…
Irineu Franco Perpétuo (“Revista Concerto” – 10/11/2011)

Prêmio Carlos Gomes…“A entrega (do XIII Prêmio Carlos Gomes) aconteceu na noite de quarta, 5, na Sala São Paulo, entre árias líricas e peças orquestrais curtas – a cargo da ótima Orquestra Sinfônica de Santo André, regida pelo sempre competente Carlos Moreno”
João Marcos Coelho (“Caderno 2- O Estadão”- 06/05/2010)

Orquestra Sinfônica de Santo André …“A música é dom concedido a poucos. É este dom admirável que define a trajetória do Maestro Carlos Moreno, regente da Orquestra Sinfônica de Santo André. Ele quer transformar a Sinfônica de Santo André na maior orquestra do Brasil” Eliane de Souza
(“Revista dia-a-dia do ABC- março de 2010)

“ Desde que assumiu o posto de regente-titular, há cerca de dois anos, Moreno tem se dedicado a estruturar vários aspectos da orquestra, incluindo, há dois meses, o aumento do valor que os músicos recebem, há muito estacionadas”
Ãngela Corrêa (“Diário do Grande ABC- 16/07/2010)

Das Lied von der Erde – Mahler selo ALGOL…o lançamento de um dos mais significativos CDs do ano: A Canção da Terra, de Gustav Mahler, na versão de câmara realizada por Schoenberg e Riehm, interpretada por Fernando Portari, Rodrigo Esteves e o Ensemble Algol regidos pelo maestro Carlos Moreno. Trata-se de uma produção nacional de altíssimo nível, da realização musical …
(“Revista Concerto – Notícias 10/09/2009”)

Berna/Suiça “Com vitalidade e sensibilidade…Spiritus Rector desta noite foi o regente brasileiro Carlos Moreno… entre suas virtudes a qualidade de um relacionamento tranqüilo e sensível com os músicos da orquestra: ele sabe guiar firmemente e animar os músicos sem gesticulações exageradas com batuta e punho. O regente e a orquestra mostraram grande dedicação e tiveram as melhores condições possíveis para uma realização competente e arrebatadora das ‘Bachianas Brasileiras n.9de Villa-Lobos e para uma interpretação sutil e transparente do Concerto duplo para violinos e Cordas BWV 1043 de J.S.Bach”
(Jornal ‘Der Bund’ n.269, Berna/Suíça, novembro de 2000)

Sala São Paulo – Orquestra Sinfônica da USP …“Criada em 1975, a OSUSP se tornou, mais tarde, uma revelação de excelência entre as Orquestras Sinfônicas Brasileiras… com uma intensa rotina de ensaios, produz música sinfônica de grande precisão e alta qualidade técnica.”
João Batista Natali (“Folha de São Paulo”- 08/24/2004)

“… o conceito de Ciclos Sinfônicos completos e o refinamento sonoro da orquestra, aliados à regência plena de frescor e vitalidade de Moreno…”
João Luís Sampaio (“O Estado de São Paulo”- 08/24/2004)

“… a Orquestra Sinfônica da Universidade de São Paulo mostrou um expressivo progresso técnico alcançado sob a competente direção artística do Maestro Carlos Moreno.”
Lauro Machado Coelho (“ O Estado de São Paulo” – 10/08/2004)

“…Moreno dirige a Sinfônica da USP desde 2002, é seu primeiro posto como Maestro Titular e os resultados obtidos já o colocam como um dos nomes mais promissores da nossa regência: em dois anos, elevou de 250 a mais de mil o número de assinantes da orquestra e, com um ciclo dedicado às Sinfonias de Beethoven,venceu o Prêmio Carlos Gomes…”
João Luis Sampaio (“O Estado de São Paulo”-10/02/2005)

“a expectativa de mais uma linda temporada desta maravilhosa orquestra, jovem e cheia de vida, que hoje celebra 30 anos de existência ocupando um lugar muito importante no cenário musical brasileiro…”
Leonardo Martinelli (“Gazeta Mercantil” – 03/05/2005)

“ Eu considero muito importante este evidente progresso da OSUSP com a liderança do Maestro Carlos Moreno, é uma conquista para a cidade…”
Maestro John Neschling (Regente Titular e Diretor Artístico da OSESP – ”Revista Concerto”- Dezembro, 2004)

“ Parabéns à OSUSP e ao Maestro Carlos Moreno que, ao programar duas importantes estréias de composições de Alexandre Faria e André Mehmari, em sua temporada 2004, provou estar conectado à mais nova geração de Compositores brasileiros da década de setenta.”
Irineu Franco Perpétuo (“Revista Concerto”- Dezembro, 2004)

“ Talvez, a ascensão da OSUSP regida pelo Maestro Carlos Moreno foi a melhor surpresa de todas.”
Arthur Nestrovski ( Crítico Musical e atual Diretor Artístico da OSESP “Folha de São Paulo”- 2003

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