Maciej Pikulski

Piano
Como solista, músico de câmara e pianista acompanhante, Maciej Pikulski já se apresentou em quase 30 países, em cinco continentes.

Diplomou-se em piano, música de câmara e acompanhamento pelo Conservatório Nacional Superior de Música de Paris. Em seguida, foi aceito ao programa de pós-graduação e ganhou o prêmio da Fundação France Telecom.

Discípulo de Dominique Merlet, Maciej Pikulski continuou seus estudos como solista sob a orientação de Clive Britton, ex-aluno de Claudio Arrau, e foi convidado a tocar como solista na Rússia, Índia, Itália, Alemanha, Espanha, Suíça, Polônia, Bélgica e no Sri Lanka. Na França, ele se apresentou nos festivais
Radio France Musique, Midem (Cannes), Chopin (Paris) e Liszt (Provence). Ele também tocou com orquestras da França, Bélgica, Inglaterra, Romênia, Itália e Polônia.

Maciej Pikulski gravou três CDs de piano solo: Concerto n°2 de Rachmaninoff com obras de Liszt and Chopin, as transcrições de Liszt a partir das canções de Schubert (gravadora Zig-Zag), e, mais recentemente,  as obras para piano solo de Rachmaninoff and Chopin (gravadora Stermaria).

Em dezembro de 2004, a Sociedade Chopin da França o escolheu para tocar na reconstituição do último concerto de Chopin em Paris. Em 2006, foi convidado a participar do ciclo completo das Sonatas de Mozart no Festival San Sebastian, na Espanha.

Como músico de câmara, Maciej Pikulski criou um dueto com o violoncelista Raphael Chrétien, com quem gravou dois CDs: 3 Sonatas de Jean Huré e, mais tarde, 2 Sonatas de Guy Ropartz, e a Sonata de Henri Duparc (gravadora Daphéneo). Tocou em concertos de música de câmara com alguns dos maiores músicos europeus: Sonia WiederAtherton, Sylvia Markovici, Marc Coppey, Olivier Charlier, Laurent Korcia, Gérard Caussé, entre outros.

No meio tempo, ele iniciou uma carreira como pianista de acompanhamento dos maiores cantores do mundo: José van Dam (três recitais no Carnegie Hall em New York; dois recitais no La Scala de Milão, no Théâtre Royal de la Monnaie em Bruxelas; no Concertgebouw de Amsterdã; no Teatro Colon em Buenos Aires; no Théâtre des Champs Elysées em Paris); Renée Fleming (Musikverein, Großer Saal,  em Viena, Festspielhaus em Baden-Baden, Rudolfinum em Praga, Auvers-Sur-Oise na França),  Dame Felicity Lott (recitais na França, Grã-Bretanha, Espanha e Índia), Maria Bayo (é seu pianista acompanhante exclusivo desde 2006), Patricia Petibon e Mireille Delunsch.

Interessado nos aspectos pedagógicos, Maciej Pikulski ministrou máster classes na China (Shanghai), no Brasil (São Paulo), na Índia (Bombay), no Conservatório Nacional Superior de Música de Paris, na Academia de Música de Amsterdã, em Montpellier e em Strasbourg. Ele também é professor efetivo do Conservatório Superior de Música de San Sebastian, Espanha, e todos os anos leciona na Grande Academia de Nancy.

A imprensa reconheceu que ele possui uma “sensibilidade poética” (Globe and Mail, Toronto), uma “técnica poderosa” (New York Times), e o chamou um “músico magnífico” (Le Figaro) e “grande pianista” (Corriere de la Serra).

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