Rafael Gintoli

Violino

Formou-se no Conservatório Municipal de Música “Manuel de Falla”. Seus maestros foram Emilio Pelaia, Humberto Carfi e Szymsia Bajour. Em 1968 ganhou o Prêmio Municipal de Buenos Aires e em 1972 recebeu uma beca do Mozarteum Argentino e do Ministério de Ciências e Educação para se aperfeiçoar na Holanda.

Desde os 16 anos de idade, se desempenha como solista com as mais importantes orquestras da Argentina, América do Sul e Europa, como a Sinfônica de São Paulo, Ensemble Das Neue Werk de Hamburgo, Rádio e Televisão de Cracóvia, Camerata Bariloche, Orquestra de Câmara de Ferrara, Teatro Massimo de Palermo, Teatro La Fenice de Veneza, Orquestra Haydn de Bolzano e Trento, I Giovani Cameristi di Roma, Teatro Colón de Buenos Aires, Sinfônica Nacional de Reykiavik, Filarmônica de Bremen, Sinfônica Nacional da Irlanda, Sinfônica de Zürich, Orquestra da Sala Tonhalle. Também se apresentou nos festivais italianos de Fermo, Pisa Lecce, Udine e Salerno, entre outros.

Tem realizado numerosas turnês como solista, ou como integrante do Trio Buenos Aires, nos Estados Unidos: Nueva Orleans, Washington, Los Angeles, Nova York e na Europa: Antuérpia, Sófia, Kiev, Paris, Milão, Roma.

Realizou gravações para a RAI, Radio Berna, Radio Maastricht (Holanda), TV Globo (Brasil) e National Broadcasting System (Islândia).

Foi designado Primeiro Violino Concertino do Teatro Massimo de Palermo, Teatro La Fenice de Venecia, Orquestra Haydn de Bolzano e Sinfonietta Roma.

Ele deu palestras para a Associação Filarmônica de Trento, Associação de Jovens Intérpretes de Roma e o Festival Internacional de Bilbao.

Em 1997-98, foi convidado para tocar com as orquestras Filarmônica de Luxemburgo, Nacional da Turquia, Filarmônica de Bogotá, México e a Sinfônica Nacional de Buenos Aires. Gravou para o D.O.M., o Concerto para Violino de Alicia Terzián em 1998 junto com a Orquestra Sinfônica de Zürich, e para o Cascade da Alemanha, a obra de Muzio Clementi para Violino e Piano com Aldo Antognazzi.

Foi nomeado Melhor Intérprete Argentino de 1999 pela Associação de Críticos e também nomeado acadêmico pela Academia Argentina de Música por sua trajetória. Em 2000 recebeu o Prêmio Estirpe da música clássica. Apresentou-se com a Orquestra do Teatro Comunale de Cagliari (Italia), a Sinfônica Simón Bolívar de Venezuela, em El Salvador e no Chile.

Em 2001 fez o mesmo com a Orquestra de Kaohsiung em Taiwan, no Konzertsaal de Lucerna (Suíça), a Orquestra Filarmônica de Buenos Aires e lecionou aulas de formação musical.

Realizou uma turnê de concertos na Itália como solista e diretor da Sinfonietta do Teatro Lírico de Cagliari, da Sinfônica de Thessaloniki, Academia I Filarmonici di Verona e na Sala Verdi de Milão junto a Orquestra Guido Cantelli. Em 2002 a Associação Argentina de Críticos Musicais lhe deu o Prêmio de melhor Intérprete de Música de Câmera.

Em 2003 se apresentou com a Orquestra do Estado de México e recebeu, juntamente com Paula Peluso, o Prêmio de melhor Grupo de Câmera Argentino. Em 2004 abriu a temporada do Teatro Colón, ofereceu aulas na Eslovênia e participou do Mozart Festwochen de Lucerna, com a Orquestra Filarmônica de Moscú no Taiwan, para o Festival Alberto Ginastera em Londres.

Em 2007 recebeu o Premio como Personalidade Relevante da Cultura, concedido pelo Governo da cidade de Buenos Aires. Em 2008 atuou com a Orquestra Filarmônica de Buenos Aires, a Sinfónica de Bari, Festival Morelia (México) e lecionou uma aula de alto aperfeiçoamento convidado pelo Maestro Shlomo Mintz em Keshet Eilon (Israel).

Rafael Gintoli é Diretor Artístico e integrou-se ao júri do Primeiro Concurso Internacional de Violino Buenos Aires 2010 e do Concurso Internacional de Violino “Luis Sigall” do Chile. Foi convidado para o Festival Cervantino no México, Taiwan, Espanha e juntamente com Martha Argerich no Teatro Colón de Buenos Aires e no Auditório di Santa Cecilia en Roma.

 

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