Oscar Bohórquez

Violino

Christoph Eschenbach, diretor musical da Orquestra Sinfônica Nacional de Washington DC, considera o violinista alemão, Oscar Bohórquez, como um talento excepcional “de uma grande profundidade musical”.

O dia 20 de setembro de 2009 marcou a estreia do violinista como solista na Orquestra Filarmônica de Londres.

Oscar Bohórquez fez seus estudos no prestigiado Curtis Institute of Music, da Filadélfia, com o professor Aaron Rosand, de 1998 a 2002, e na Universidade de Música de Viena, com o professor Günter Pichler do Quatuor Alban Berg, de 2002 a 2008.

As turnês o conduziram em seguida às mais renomadas salas alemãs, como a Musikhalle em Hambourg, o Meistersingerhalle em Nuremberg, Liederhalle em Stuttgart, e a Alte Oper Frankfurt. Foi assistido igualmente na Sala Filarmônica de Berlim, em 1997 e 2016.

As atividades musicais solo e de câmara o conduziram igualmente a Suíça, Alemanha, Áustria, Reino Unido, Estados Unidos, Espanha, Itália, México, República Tcheca, Tailândia, Peru, Argentina, Brasil e Uruguai. Em 2010 e 2017, Oscar Bohórquez participou do festival de Kronberg colaborando com Gidon Kremer e Christoph Eschenbach.

Colabora na música de câmara com o pianista Gustavo Beytelmann.

Seu álbum Solo de Piazzolla, Hummel, e Ysaye foi divulgado na rede, no amazon.com, em setembro de 2009, assim como Seduced, em 2011.

Paralelamente, Oscar e seu irmão, o violoncelista Claudio Bohórquez, formam o Duo Bohórquez, que estreou em 2007 no Gewandhaus de Lipsia, com a orquestra da rádio MDR.

Oscar Bohórquez toca um violino Giovanni Battista Guadagnini, a ‘Grande Dama’ de 1770, que antes pertencia a Günter Pichler, do Quatuor Alban Berg.

Reside em Paris, São Paulo, e Alemanha.

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